Inteligência em dados hidrológicos e meteorológicos de alta precisão para energia, mineração, saneamento, hidrovias e infraestrutura crítica — construída em 25 anos de campo.
O que não se compra é o julgamento técnico que define onde instalar a seção de medição, como fixar a régua para que ela sobreviva à cheia, que sensor resiste ao regime local e como produzir o dado que passa na auditoria do órgão fiscalizador.
25 anos de campo. Um só padrão de rigor, em qualquer bacia, açude ou reservatório do país.
O ciclo 2026–2027 concentra as maiores exigências de instrumentação e telemetria da história recente do setor. Abaixo, o que já está em vigor e o que vence nos próximos meses.
| Setor | Norma vigente | O que a norma exige | Marco crítico |
|---|---|---|---|
| Mineração | Resolução ANM nº 220/2025 | Monitoramento automatizado de instrumentação, videomonitoramento 24h e Centro de Monitoramento Geotécnico para barragens de DPA alto ou DPA2 ≥ 4. | Vigência plena em 02/08/2027 |
| Energia · UHE | Res. Conjunta ANA/ANEEL nº 127/2022 | Estações hidrológicas automatizadas e telemetrizadas para todo empreendimento acima de 1 MW, com envio horário à ANA. | Em vigor desde 01/01/2023 |
| Barragens (geral) | Lei nº 12.334/2010, alt. Lei 14.066/2020 | Plano de Segurança da Barragem, PAE, registro contínuo de níveis e volumes, cadastro no SNISB. | 29.761 barragens cadastradas |
| Saneamento | Lei nº 14.026/2020 — Novo Marco | Universalização com medição confiável de disponibilidade hídrica, vazões captadas e perdas. | Metas até 2033 |
| Hidrovias | Plano Nacional de Manutenção Hidroviária — DNIT | Monitoramento contínuo para subsidiar dragagem de manutenção (PADMA) e sinalização náutica. | Ciclo permanente |
| Defesa Civil | Rede nacional de alerta — Cemaden / MCTI | Pluviometria automática e telemetria integrada para alertas de enxurrada e movimento de massa. | Meta: 2.095 municípios |
Consequência prática: dado incorreto, lacuna de série histórica ou estação fora de norma resultam em auto de infração, condicionante não atendida e, no limite, embargo de operação. É esse risco que o nosso trabalho remove.
Redes hidrométricas de UHEs e PCHs, monitoramento pluviométrico, limnimétrico, fluviométrico e sedimentométrico, curvas-chave e tabelas Cota-Área-Volume.
Obrigatório > 1 MWInstrumentação e telemetria de barragens de rejeito e contenção, monitoramento de reservatórios, apoio ao PSB e ao PAEBM.
ANM 220/2025Apoio a companhias estaduais, autarquias e Comitês de Bacia na medição de vazão, disponibilidade hídrica e capacidade útil de reservatórios.
R$ 420–430 bi até 2033Batimetria de alta precisão, seções topobatimétricas, réguas linimétricas essenciais à navegabilidade e ao calado operacional.
Malha de 12 mil kmTelemetria, pluviometria automática e sistemas de alerta antecipado de cheias, integrados aos centros de operação municipais.
Rede nacional em expansãoEstações meteorológicas de superfície para manejo de irrigação, janela de pulverização, balanço hídrico e seguro paramétrico.
Gestão de risco climáticoIdentificamos qual norma alcança o seu ativo e qual o prazo real de conformidade.
Definição de seções, cotas de referência, especificação de sensores e memorial de instalação.
Logística de acesso, equipe dimensionada, embarcação quando necessário, análise de risco.
Execução, nivelamento, calibração fina e validação do primeiro ciclo de dados.
Inspeção programada, manutenção preventiva e corretiva, recalibração periódica.
Dossiê técnico com ART, certificados e registros — pronto para a fiscalização.
No nível em que atuamos, dado não padronizado é passivo. Nossa disciplina de execução existe para que a auditoria seja um trâmite, não um evento.
Converse diretamente com quem passou os últimos 25 anos em campo construindo as bases da engenharia de monitoramento no Brasil. O primeiro encontro é um alinhamento técnico de uma hora, sem custo.
Uma hora de conversa técnica custa menos do que um dia de operação embargada.